De
frágil apenas à aparência Pois, Forte é essa flor chamada Fá. (de Fabiana) De alma grande E bom coração Não se rendem suas Pétalas À tempestade. É forte, Se ergue. Fá, Flor, Forte.
Poemeto dedicado a minha irmã,
Fabiana. Pelo seu aniversário hoje.
Questiona-se a veracidade da democracia e liberdade neste país,
mas a realidade é que não estamos preparados para a verdade autêntica destas
manifestações! Não temos cérebro e muito menos coração para uma sociedade
verdadeiramente livre e democrática.
Basta olhar para o lado e perceber que: usar a camisa de
outro time tira o direito à vida, manifestação de amor é julgada, artista tentando
comer o rabo do outro quando estes deveriam promover a liberdade da alma,
intolerância pela aparência física do próximo, ignorância de raciocínio e
aceitação acerca da crença religiosa ou não do outro, etc.
E queremos liberdade, democracia? Somente se for para
o umbigo! Isto sim.
Vejam
as pilastras destas cavernas, há vermes. Estes são frutos de péssimos atos da
vida corpórea de vocês. É resultado de maus pensamentos. Estas pilastras são à
base do mundo em que vivem, mas também podem ser comparadas aos seus
corações.
Destes
que vivem da luz, vemos ai outra base de conhecimento que podemos abordar.
Muitos vermes podem ser muito mais produzidos mesmo que involuntariamente pela
força de quem também tem conhecimento...
Existe uma eternidade para alcançarmos
e este círculo de ganhos e perdas deve nos fazer crescer; virar uma bela arte
final ou uma grande peça de teatro com nosso final feliz.
O chão estava cinzento assim como o meu amanhecer, foi quando ao léu jogados
havia o café e o girassol. Meu dia acendeu-se como uma lamparina em meio à
tempestade. Depois de tudo ainda um pão de queijo.
Penso por vezes que a natureza poderia ter barrado a evolução
das espécies de forma tal a não chegar à criação do homo sapiens. Os humanos evoluem
tanto, cada vez mais a tecnologia, enquanto a moral apenas degenera-se.